Governo reduz taxas de emissão de passaportes no exterior: o que muda para os viajantes?

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Uma nova medida anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores promete facilitar a vida de brasileiros que vivem fora do país.

A partir de 1º de junho de 2026, as taxas para emissão de passaportes em embaixadas e consulados brasileiros no exterior serão reduzidas em até 50%.

A decisão tem como principal objetivo tornar o documento mais acessível para brasileiros que residem fora do país. O custo elevado da emissão no exterior vinha sendo apontado como um dos principais obstáculos para a regularização documental, especialmente em casos de famílias binacionais e cidadãos com dupla nacionalidade.

Além disso, o passaporte é um documento essencial não apenas para viagens, mas também para acesso a serviços públicos, regularização migratória e comprovação de identidade em diversos países.

Outro ponto importante é o alinhamento dos preços cobrados no exterior com os valores praticados no Brasil. Hoje, a emissão do passaporte em território nacional custa a partir de R$ 257,25, podendo variar conforme o tipo de solicitação.

A redução busca equilibrar essa diferença e padronizar o acesso ao serviço, independentemente da localização do cidadão.

O que isso significa na prática?

Para o turismo de lazer e principalmente o turismo corporativo, que atua com mobilidade internacional, a mudança traz impactos relevantes:

  • Redução de custos para colaboradores expatriados
  • Maior facilidade na renovação de documentos
  • Incentivo à regularização de passaportes vencidos
  • Mais previsibilidade no planejamento de viagens

Enquanto há discussões sobre um possível aumento das taxas de emissão de passaportes no Brasil, a redução no exterior segue na direção oposta, ampliando o acesso ao documento para brasileiros fora do país.

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