RADAR LCA | Em um mundo mais instável, proteger o viajante não pode começar quando alguma coisa já deu errado
Cancelamento de voo.
Eventos climáticos extremos.
Conflitos.
Problemas de saúde.
Instabilidade política.
Fechamento de aeroportos.
Alterações repentinas de rota.
Para quem viaja a trabalho, imprevistos fazem parte da realidade.
Uma pesquisa da International SOS apresentada no GBTA Business Travel Forum São Paulo mostrou que 66% das empresas perceberam aumento das incertezas globais em 2025.
A volatilidade deixou de ser exceção. Para as empresas, isso amplia uma responsabilidade que já deveria fazer parte de qualquer programa estruturado de viagens: Duty of Care.
O que Duty of Care realmente significa?
Duty of Care é o dever da organização de adotar medidas razoáveis para proteger a segurança e o bem-estar de seus colaboradores durante atividades profissionais.
No universo das viagens, isso vai muito além de contratar um seguro. Significa saber onde estão os viajantes. Conhecer os riscos dos destinos. Ter canais de comunicação. Estabelecer processos de contingência. Acompanhar ocorrências. E garantir capacidade de resposta.
A pior hora para criar um plano é durante uma crise
Imagine que um aeroporto importante encerre temporariamente as operações.
A empresa consegue responder imediatamente:
- Quantos colaboradores estão naquele destino?
- Quem viajaria nas próximas horas?
- Quais voos foram afetados?
- Existem rotas alternativas?
- Quem entra em contato com essas pessoas?
- Quem tem autonomia para autorizar alterações?
- Quanto tempo a operação leva para reagir?
Se essas respostas dependem de várias planilhas, fornecedores e departamentos, existe um risco operacional.
Tecnologia identifica. Pessoas precisam decidir.
Ferramentas de monitoramento ajudam a localizar viajantes, acompanhar voos e identificar riscos. Mas uma situação crítica frequentemente exige decisões que não estavam previstas.
Encontrar uma nova rota, alterar hospedagem, reorganizar conexões, priorizar passageiros, orientar colaboradores, acionar fornecedores. É nesse momento que tecnologia e atendimento especializado precisam trabalhar juntos.
O impacto também chega à operação
Duty of Care não é apenas uma questão de experiência do colaborador. Uma pessoa que não consegue chegar a uma planta industrial, obra, reunião, cliente ou operação pode gerar consequências muito maiores que o custo da passagem.
Pode significar atraso em uma manutenção, impacto em um projeto, perda de uma agenda comercial ou comprometimento da continuidade de uma operação.
Em empresas com operações complexas, mobilidade e continuidade operacional podem estar diretamente conectadas.
Segurança não deve aparecer apenas depois do problema
Uma gestão madura não pergunta apenas: “O que faremos se acontecer?”
Ela pergunta: “O que precisamos estruturar antes que aconteça?”
Isso significa sair de uma lógica puramente reativa e construir uma operação capaz de antecipar riscos, localizar viajantes, estabelecer responsabilidades e responder rapidamente quando o cenário muda.
Quando uma situação crítica acontece, tempo também é uma variável de gestão.
Da reação à prevenção
Duty of Care não deve ser medido apenas pela capacidade de resolver uma emergência quando ela acontece.
Uma gestão estruturada começa antes: na visibilidade sobre os viajantes, na definição de protocolos, no acesso rápido à informação e na existência de uma operação preparada para responder quando o planejamento original deixa de ser uma opção.
Quanto mais complexa a mobilidade de uma empresa, maior a importância de conectar tecnologia, informação e suporte especializado.
Na LCA, acompanhamos a jornada do viajante antes, durante e depois do embarque, com suporte 24/7 e uma gestão preparada para atuar diante de alterações, cancelamentos e situações inesperadas.
O diferencial está em saber quem foi impactado, quais são as alternativas e agir rapidamente.
Duty of Care não começa na crise. Começa na capacidade de estar preparado para ela.
Sua empresa está preparada para o próximo imprevisto?
Cancelamentos, alterações de rota, eventos climáticos ou situações inesperadas não podem ser previstos com exatidão.
A capacidade de resposta da empresa, sim, pode ser planejada.
E é essa preparação que transforma Duty of Care de um protocolo de emergência em uma estratégia de proteção às pessoas e de continuidade para o negócio.
Se uma rota importante for interrompida agora, sua empresa sabe exatamente quem será impactado e o que fazer?
Converse com os especialistas da LCA e entenda como estruturar uma gestão de mobilidade mais segura, preparada e conectada à continuidade da sua operação.
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